Segundo o analista político Augusto de Franco, as redes sociais articuladas voluntariamente não são para durar eternamente, caso conttrário, elas não seriam sustentáveis. Ele afirma, que experiências de redes distribuídas, sobretudo em uma sociedade invadida por programas centralizadores, são eventos limitados no espaço e no tempo. Sendo assim, as redes têm um tempo de vida. Elas se fazem e refazem. Semem e reaparecem, até como outras redes.
Redes também não são feitas para crescer de tamanho indefinidamente. Qual seria o objetivo desse crescimento? Fazer alguma coisa? Ocorre que as redes não são para fazer alguma coisa. Elas simplesmente existem! São o que qualquer sociedade seria se não tivesse sido invadida por programas centralizadores.
Muitas vezes nos preocupamos quando as redes param de crescer, mas segundo de Franco, redes são mesmo móveis. Crescem até certo ponto, ou dentro de um certo tempo e depois tendem a diminuir ou mesmo desaparecer.
Juliana Machado*
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário